O varejo precisa de inteligência!

O varejo precisa de inteligência!

O varejo de uma forma ampla é composto de muitas operações de grande complexidade e que tomam todo o tempo de sua gestão e staff. Operações como:

  • Definir o mix correto de produtos
  • Comprar bem: produtos certos nas quantidades certas
  • Precificar adequadamente
  • Otimizar sua cadeia logística, interna e externa
  • Prevenir rupturas
  • Controlar validade de produtos
  • Fidelizar o cliente
  • E muitas outras operações

O grande problema é que diante de tantas operações, margens apertas, grande concorrência e tudo isto em uma velocidade altíssima de mudanças, fica difícil tomar decisões inteligentes.

O que mais ocorre é que as decisões e ações são tomadas baseadas na experiência e no “feeling” dos gestores e coordenadores.

Muitas vezes, problemas que estão escondidos nos números, somente acabam por serem conhecidos pelos gestores de uma empresa quando se é muito tarde, resultando em grandes prejuízos e muitas vezes na falência de uma empresa.

Sim, o varejo precisa muito de inteligência

O dono de um negócio e seus gestores precisam não somente de dados e informações mas, precisam de inteligência!

Existem vários sistemas que dão o total de vendas, o custo operacional, as despesas por centro de custo e até mesmo a produtividade dos colaboradores. Diante destas informações, quais ações tomar?

Além de definir as ações, em qual prioridade executá-las?

É preciso estratégia

Esta semana li o artigo do Steve Blank de título: Strategy Is Not A To Do List. Nele, Steve conta a história de dois ex-alunos que estavam iniciando uma startup, e, para validar suas hipóteses buscaram definir a partir de volume de dados, o público alvo, preço, aderência, etc.

Steve se animou até que eles disseram: “e vamos lançar nosso produto em 3 semanas”. Steve questionou: “mas vocês já conseguiram validar suas hipóteses” e eles responderam “não, ainda precisaremos de alguns meses para valida-las, mas nossos investidores acreditam que não devemos perdermos o timing do mercado”.

Para Steve eles estavam tratando o momento de entender o contexto que estavam inseridos como apenas um checkpoint e não dando o devido tempo para elaborar uma estratégia.

E quantos negócios que, em resposta a uma pressão do chefe, acabam fazendo ações sem planejamentos, sem definição de meta, cronograma; simplesmente fazem por fazer?

Estratégia: o bom e velho PDCA

Estratégia tem a ver com a capacidade de analisar a situação atual, de preferência baseado em números, e planejar alternativas para manter os bons indicadores e melhorar os não tão bons assim.

A partir disto, desenvolver processos, lista de tarefas e pontos de checagem na linha do tempo com indicadores de meta.

Os pontos de checagem, muitas vezes deixados de lado devido a correria do dia a dia, são de extrema importância para saber se as ações planejadas estão sendo feitas e se os resultados almejados estão sendo alcançados.

E este ciclo deve se repetir continuamente com periodicidade mediana (não muito curta nem muito longa, variando para cada tipo de negócio) para que o estímulo necessário para cada novo ciclo possa ser alcançado.

Mas e a parte da inteligência?

Inteligência tem a ver com analisar os dados e baseado em dados históricos (meses de anos anteriores e indicadores de referência do segmento) gerar uma base de ações que são utilizadas como apoio para as ações atuais.

O grande problema, em especial dos pequenos e médios varejistas, é que nem mesmo o “arroz com feijão” é feito de forma adequada, ou seja, operações triviais não são planejadas.

Muitos tem sistemas, tem ferramentas, até mesmo consultorias externas, mas com o tempo, acabam se “perdendo”.

Gestão na palma da mão

O dono, CEO, gerente e todo o time da empresa precisa ter, cada qual limitado a sua função e região, os indicadores principais da operação:

Diagnósticos:

  • Classificação ABC
  • Cadastros ativos sem movimento

Estoque

  • Estoque abaixo do minimo
  • Ruptura
  • Excesso
  • Virtual
  • Negativo

Financeiro

  • Venda
  • Ticket Medio
  • Margem Bruta
  • Descontos
  • Acompanhamento de promoção

Operações

  • Cliente atendidos
  • Performance de balconista
  • Inventário Rotativo

E outros indicadores que sejam importantes para a análise da saúde da empresa.

Muitas vezes a empresa possui BI que permite que o usuário possa confrontar dados, realizar análises, sendo que se os indicadores básicos estiverem sendo monitorados já é suficiente.

Conclusão

Eu acredito que o varejo é uma área muito dinâmica e que suas operações são muitas e de grande complexidade.

O varejo muitas vezes possui muitas ferramentas, porém pouca inteligência histórica para auxílio na tomada de decisão.

É importante que o gestor da empresa tenha na palma da sua mão os números principais que indicam a saúde da empresa e permita que ações possam ser tomadas com base em dados.

Conheça o GO Analytics

O GO Analytics é a ferramenta de gestão na palma da mão móvel da Tegra.

Conheça:

Alertas inteligentes e pró-ativos
Indicadores agrupados por região para visão da alta gestão
Indicadores por loja
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Análises comparativas por dia semana, mês e ano

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Até a próxima!

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O que significa ser “Digital” em tempos de Mobilidade?

Contexto

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